Durante a Caravana Sindifisco pelo Pará, o Sindicato constatou de perto a dura realidade enfrentada pelos caminhoneiros que movem o agronegócio brasileiro.
No coração da Amazônia, entre a poeira, a lama e o calor intenso, milhares de caminhoneiros enfrentam longas jornadas e dias de espera para chegar ao porto de Miritituba, no município de Itaituba, sudoeste do Pará. Foi nesse cenário que o Sindifisco-PA reforçou seu compromisso com a defesa da dignidade e dos direitos de quem ajuda a mover o país.
Durante a Caravana Sindifisco pelo Pará, a diretoria do Sindicato percorreu diversas unidades da Secretaria da Fazenda (Sefa) e acompanhou de perto a situação na região. O que encontrou foi uma realidade que exige atenção e empatia: filas de caminhões que chegam a se estender por mais de 20 quilômetros na BR-163, a conhecida Cuiabá–Santarém.

Miritituba abriga um dos principais portos de transbordo de grãos do Brasil. É por lá que passam as cargas de soja e milho vindas do Centro-Oeste, especialmente do Mato Grosso. Os grãos são embarcados em barcaças que descem o rio Tapajós até Santarém, de onde seguem para o mercado internacional. Um fluxo essencial para a economia do país, sustentado pelo trabalho árduo dos caminhoneiros.

Para o Sindifisco Pará, apoiar esses trabalhadores é mais que uma causa: é um dever de justiça social.
“Dar voz a quem ajuda a mover o país é questão de justiça e humanidade”, afirmou o presidente do Sindifisco-PA, Charles Alcantara. “O caminhoneiro carrega não apenas o peso das cargas, mas também o peso da falta de estrutura, de respeito e de políticas públicas que garantam condições dignas de trabalho.”
Ao lado dos caminhoneiros, o Sindifisco reforça seu papel de sindicato cidadão, que olha além das fronteiras da categoria e se coloca ao lado de todos os trabalhadores e trabalhadoras que constroem, com esforço e resistência, o desenvolvimento do Pará e do Brasil.
Fonte: Ascom Sindifisco/divulgação



